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Mãe flagra estupro da filha de 12 anos Imprimir E-mail

abuso_de_menor_-_badejo_do_meio_-_capa.jpgMaria de Jesus de Oliveira Souza, de 40 anos, residente no Ramal Badejo do Meio acompanhada do marido Francisco Gonçalves da Fonseca, de 55, procurou a Delegacia de Atendimento a Mulher e Proteção ao Menor, em Cruzeiro do Sul, na tarde dessa quinta-feira, e denunciou o genro Antônio Meneses, de 35 anos, por abusar sexualmente da menor F.U.S. F, de 12 anos, sua filha.

 

Ela conta que às 23:00 de ontem (29) flagrou Antônio totalmente despido em cima de sua filha, que dormia em uma rede. Ele, que já é pai de duas crianças com Gracirlene Souza da Fonseca, de 20 anos, com quem é casado, teria engravidado outra cunhada, de 13 anos, e já assediou uma outra, de 14, que conseguiu resistir.

"Nessa noite ouvi o barulho da rede e levantei bem devagar. Quando peguei a lanterna e foquei, foi mesmo na cara dele. Estava sem roupa em cima da minha filha e tinha baixado a calcinha dela até o joelho", declarou chorando a mulher. Maria não soube dizer se o genro chegou a consumar o ato sexual, porque a menina afirmou que estava dormindo e não chegou a sentir nada.

"Agora tenho certeza que foi ele quem engravidou minha outra filha (J.G. F), de 13 anos", desabafa. "Essa minha menina de 13 anos pediu para passar uns tempos na casa do tio, mas era porque estava envergonhada. Quando foi com três meses correu o boato de que ela estava grávida. Então fui buscar ela na casa do tio e trouxe de volta para minha casa. Perguntei quem era o pai e ela disse que era esse desgraçado que acabou com minha família", conta Maria de Jesus. O genro nega ter engravidado a menor, mas a mãe diz que quando a criança nascer, provavelmente nesta semana, fará um teste de DNA para provar a paternidade e mandar ele para o presídio.

"Eu já estava desconfiada dele, mas depois dessa monstruosidade que fez com minha filha, dentro da minha casa, não tenho mais dúvida", comenta. Maria informou que já presenciou Antônio agredindo de Gracirlene com socos e pontapés, durante a sua gravidez. "Eles moravam no Badejo com a gente, mas agora estão morando no Bairro do Formoso", explica a mulher, acrescentando que "Gracirlene não quer saber mais de morar com o marido".

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Inconsolado, o agricultor Francisco Gonçalves garante que não vai sossegar até que a justiça seja feita. Ele quer que o genro pague pelo que fez com suas filhas. "Trabalho de sol a sol para sustentar meus nove filhos. Chego em casa cansado, com muito sono e se não fosse minha mulher, que fingiu que estava dormindo para ficar de olho nele, nunca que ia descobrir isso".

O agricultor desabafa: "amigos comentam que Antônio dizia pelas ruas que, pra ele, minhas sete filhas são como se fossem mulheres dele. Mas não vou deixar que ele estrague a vida das minhas outras filhas, porque de três ele já acabou. E se Deus quiser aquele infeliz vai ser preso e pagar por tudo o que fez".

Francisco comentou que o genro e a filha estavam passando necessidade, e por isso chamou o genro à sua casa. "Chamei para me ajudar a fazer uma farinha, para gente dividir, e aí ele fez uma coisa dessas. Além da gente estar sofrendo com essa história da gravidez da minha filha de 13 anos, ontem ele fez isso com minha outra filha de 12 anos. Dessa vez ele não pode negar, porque minha mulher viu com os próprios olhos", disse indignado Francisco Gonçalves.  

/www.vozdoacre.com/

 
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